segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

COMO A COLHER NO QUEIJO!

COMO A COLHER NO QUEIJO!

Agora a tua boca queima a minha boca
A minha língua lambe a tua língua
E ,mordo-te o pescoço
E beijo-te no peito
E o teu umbigo liga-me ao Universo através de ti
Coloco-me sobre ti e estamos os dois unidos e voamos
Percorre-nos a volúpia dos sentidos
Somos ondas. Pelos meus rins passam ondas em frémitos.
Sacodes-me e somos um e voamos.
E a tua boca na minha ávida e serena ao mesmo tempo
Agora pétalas de flor, agora a força do amor, o grito e o desejo.
Quero-te, aqui, ai a força de um beijo
A tua carne a penetrar-me como a colher no queijo!

Um comentário:

João Crisostomo disse...

No desvario dos sentidos ela marcava-me os dentes na carne e eu, horas mais tarde, olhava-me ao espelho com vaidade. Afinal eram as marcas do seu amor.

JC